Megafone!

Megafone! Roqueiros aos pés de Jesus!

 

É incerto afirmar que todos eles estão intrinsecamente vivendo uma nova fé, alguns citados abaixo claramente seguem a palavra como Rodolfo Abrantes, Baby do Brasil e Nicko Mc Brain.  Mas a grande parcela da causa é que a santíssima misericórdia de Deus ainda sonda corações de roqueiros famosos na busca única e completa que o próprio Criador deseja através de seu filho amado Jesus Cristo, salvar vidas! As palavras abaixo foram retiradas de algumas fontes de revistas, festivais e entrevistas, revelando que até artistas que tocam um som tachado de “maligno” pela  sociedade em geral, estão reconhecendo a verdadeira face da vida,  a palavra de Deus!

Fonte retirada matéria em: http://cmfjundiai.wordpress.com/ – C.M.F JUNDIAÍ!

Dave Mustaine – Megadeth

*Megadeth é um grupo musical norte-americano de Thrash Metal liderado por Dave Mustaine.

 O  grupo foi formado em 1983, dissolvido em 2002, e voltou a formar-se em  2004. O grupo é um dos pioneiros no estilo e
está no grupo das melhores  bandas de Thrash Metal de todos os tempos, junto com Metallica,  Testament, Destruction, Slayer, Kreator, Sodom, Pantera, Sepultura e  outras.  Porém em 2002 depois de um acidente a banda se converte e diz: O Megadeth não tocará com bandas satânicas, diz Mustaine. Me tornei cristão, sim, e acho melhor não dividir o palco com grupos que sejam  satânicos.

 Mustaine  se tornou um cristão tão fervoroso que tem feito com que suas crenças  religiosas tenham um impacto difícil de ser ignorado sobre sua carreira  e sobre a imagem do próprio Megadeth. São passagens bíblicas que  aparecem aqui e ali nas letras, constantes declarações em entrevistas sobre sua conversão, sua fé e mesmo considerações sobre a possibilidade de seguir a carreira de pastor de igreja, além da recusa em  dividir o palco de festivais com bandas que tenham qualquer elemento anti-cristão ou anti-religião em suas temáticas. Isso causa, da mesma  forma que as opiniões políticas de Mustaine, um desconforto nos fãs antigos que por acaso não vêem com bons olhos o cristianismo ou religiões em geral. Já imaginaram quantas conversões eles podem oferecer? Uma vez tendo um público fiél que não deixaram de ouvir a banda por causa dos tais acontecimentos!

Alice Cooper

“Conhecido pela sua performance de palco teatral, com cenários de filme  de horror, muito sangue, aparelhos de torturas, mortes simuladas e  maquiagem totalmente obscura e musicas tão ou mais satânicas e arrepiantes do q ele.  Graças  a Deus ele se converteu, mas não deixou nada disso de lado. Mas  mudou sua postura bastante, deixou o álcool, dá mais valor a família e  usa seu personagem como forma de mostrar o quanto o mundo não presta,  isso nas palavras dele. E não há fã dele que não saiba sua convicção e  geralmente coloca bastante dela em seus cds.

 Nicko McBrain –Iron Maiden

McBrain é o baterista da banda de Metal mais famosa do mundo, Iron Maiden. Converteu-se em 1999, afirma sem medo sua crença  durante entrevistas e inclusive prega para os outros membros da banda:  “Nós já tivemos algumas incríveis conversas bem profundas entre nós. Não posso dizer a você que estou tentando converter todos esses caras da minha banda para serem Cristãos. Eu  estou incentivando-os pelo meu caminho,  e se eles escolherem seguir os planos de Deus  como está na Bíblia, isso  é por conta deles. Eu digo para todos eles sobre a minha crença,  no momento, se você se vira para o salvador Jesus Cristo, você terá uma  vida eterna no Céu com ele!… Nós não falamos sobre isso todas as  vezes que estamos juntos, mas já tivemos algumas incríveis conversas  durante esses anos.”

Reginald Arvizu – Korn

Fieldy era conhecido por gostar muito de álcool. Mas ele converteu ao  cristianismo e diz estar muito  feliz, pois lembra de tudo que aconteceu do início desse período pra cá. Atualmente ele tem uma banda com o Baterista do
P.O.D.

Peter Criss – Kiss

O baterista original do KISS

O tempo passa tão rápido que ninguém pode pará-lo. Mas para mim e minha família, e para os bravos  que deram suas vidas sem egoísmo, e para as famílias que continuam suas vidas dia após o outro com o pesadelo daquele dia,  nós lembraremos  daquela infâmia. E ‘nunca esqueceremos …’”

 “11 de Setembro foi um dos dias mais tristes do planeta.”

 “Minhas orações vão para todas as famílias que perderam tanto e para as famílias que até hoje continuam com dor e sofrimento.”

“Eu tenho orgulho de ser americano e cristão. Não existe um dia que eu não ore pela paz no planeta.”

“Que  Deus abençoe todos aqueles que lutam pela liberdade e paz. Não vamos  esquecer dos nossos rapazes e garotas que estão lá morrendo por nós.”

Camisa de Vênus – Marcos Ribeiro (ex-baterista)

 “Com o fim do CAMISA DE VÊNUS, Marco Ribeiro juntou-se com Gustavo  Müllem (Guitarrista do Camisa de Vênus) e Paulo Gusmão montando a Banda  Missionários do Dízimo. Criada para atacar e denegrir a imagem dos  evangélicos, a  banda conseguiu uma rápida aceitação por parte da  imprensa e logo foi contratada pela RGE, gravando o CD “A Última  Cruzada”, com tiragem inicial de mais de 35 mil cópias. A banda foi para o Programa do Ratinho, da Xuxa, do Faustão, entre outros, chegando ao Top 10 das rádios do Brasil e participando da MTV, com o clipe da música “Raimundo, o Coveiro”. Hoje, com mais de 60 mil cópias vendidas,  a gravadora RGE junto com EMI, que retém os Direitos da Missionários do  Dízimo, insistem na gravação de um segundo CD, no entanto, as orações  dos pastores e ovelhas, clamando para que Deus não deixasse aquela  humilhação ir adiante, fizeram com que o Senhor Todo-Poderoso desse umfim nos Missionários do Dízimo.O baterista e fundador da banda Missionários do Dízimo, Marco Ribeiro,  ao ir para Israel produzir um filme, conheceu o grande “EU SOU” e, lá mesmo, foi batizado pelo Bispo Átila Brandão no Rio  Jordão. Depois  disso a banda nunca mais foi a mesma, todas as portas foram fechadas e  a banda acabou. Passaram-se seis anos e, Ribeiro, produzindo programas  Evangélicos no SBT e na Band, e já conhecendo melhor a Palavra de Deus  e o Deus da Palavra, monta a banda MD7, com nova formação.”

Johnny Cash

Johnny Cash é cristão e isso nunca foi segredo, não foram poucas as  vezes que ele fez shows cristãos em horário  nobre para a BBC e  acompanhou o pregador Billy Graham em turnes pelos Estados Unidos,  inclusive financiou um filme sobre a vida de cristo. No clipe de Hurt  que é cover Nine inch nails podemos ver algumas cenas desse filme, como  a da crucificação. Curiosamente Johnny Cash se apresentou pela primeira  vez na Sun records como cantor Gospel e após não ser aceito começou a  tocar suas composições country/rock n roll, bacana, né?

Mesmo  os materiais mais “marginais” dele possuem músicas cristãs, inclusive  lançou diversos materiais exclusivamente cristãos. Tem um documentário  muito bom sobre o assunto que é “A música Gospel de Johnny Cash:  Uma  história de Fé e redenção”, o documentário mostra muito do que as  pessoas não querem saber, que Johnny não foi só um rebelde, mas umverdadeiro cristão.

 Cash gostava de Israel e viajava  direto pra Iá para ficar em uma pequena ponte que atravessa o  Jordão e não ele deve
ter umas 2 ou 3 músicas que falam do Rio. Uma curiosidade é que a música Man in Black do grupo cristão punk One  Bad Pig, Cash é o vocal em parceria com a banda!

Carlos Santana

O guitarrista Carlos Santana pretende, nos próximos anos, abandonar a  música para se dedicar à vida religiosa. Ele  falou sobre seus planos em  entrevista à Rolling Stone americana. 

“Vou parar de tocar quando fizer 67 anos e trabalhar com algo que  realmente gosto, que é ser um pastor, igual ao  Little Richard”, afirmou  o músico, que tem 61 anos.

 Segundo Santana, seu plano é criar uma igreja no Havaí. Mas isso só  deve acontecer  daqui a seis anos. Antes, o guitarrista planeja lançar mais alguns álbuns.

Baby do Brasil

Baby sempre foi uma buscadora e uma caçadora de Deus, depois de passar  por inúmeras experiências sobrenaturais. No
fim da década de 1990, converteu-se ao Cristianismo e seu testemunho tem impactado e levado muitas pessoas as igrejas e hoje além de todas as suas atividades Baby,  além de cantora é uma Pastora, ou melhor, uma Popstora que prega e ministra na Igreja “Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus”.

Tommy Aldridge

Tommy Aldridge é um veterano baterista de hard rock e heavy metal. É conhecido por trabalhar com vários cantores e bandas, destacando-se os cantores Gary Moore e Ozzy Osbourne e as bandas Black Oak Arkansas, Pat Travers Band, Thin Lizzy e Whitesnake.

 Aldridge aprendeu sozinho a tocar bateria e foi inspirado pelas bandas Cream, Beatles, The Jimi Hendrix Experience e Led Zeppelin e pelos bateristas Joe Morello e John Bonham. Durante sua carreira, tem sido lembrado como pioneiro da técnica de dois bumbos. Convertido ao cristianismo, já deu depoimento na bíblia metálica e também tem a seguinte frase em seu site.
“Eu agradeço a Deus por lembrar de mim a cada momento, e eu sou muito abençoado por isso.”

Rodolfo – Ex Raimundos, Rodox…

O Rodolfo deu um chute no pau da  barraca e declarou Jesus como seu Salvador e Senhor, saindo dos  Raimundos e criando o Rodox.“Estava nesse estado, sozinho, morando em  São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí espalhadas,  drogas a valer, balada todos os dias, fã de montão, disco de platina,  dinheiro na conta, agenda lotada de shows, e completamente infeliz. Eu  aceitei Jesus naquele dia, sabe porquê? Porque Deus dominou o lugar,  Deus dominou o
lugar completamente…” diz Rodolfo! Se você parar pra analisar as letras porcas e sem lógica alguma que na minha opinião chega a ser um funk de pior espécie (Falando do Raimundos). No Rodox nota-se  a diferença,  letras com profundidade e q levam algo positivo,  ao invés de letras que só pregam o sexo desregrado e a futilidade  do mundo!

DAT :D

Carlão!

By Bera - 19/10/2011 10:00 Nenhum comentário

MEGAFONE! Cd Review – Eden (Fan The Flame) – 1994

A era dos 90 exigiu certa renovação as diretrizes do hard rock, embora o estilo já tivesse “morto” em nome de muitas bandas. Bride, Whitecross e Tourniquet permaneciam fortes no cenário, e algumas bandas cristãs emergiram influentes do Heavy/Hard e gravaram coisas interessantes, como o Stairway em 1993 para “No Rest, No Mercy” e P.K Mitchell “Wreck and Rock And Roll Music” em 1994. O Eden grava em 1994 o disco “Fan The Flame”, com pura e notável influência em Whitecross (já era de se esperar só no ouvir, e ver no encarte que Rex Carroll tem participações adicionais na produção e nas guitarras). No entanto é um álbum previsível e pouco inovador, a não ser o hard oitentista com uma cara mais arrasadora, em vínculo em pequenas passagens instrumentais de AOR (Arena of rock). Relançado em 2003 pelo selo Retroactive Records ainda assim faltaram algumas informações adicionais da banda, como endereço postal, contendo apenas o endereço eletrônico www.dokkenseden.com que encontra-se inativo.  Em pesquisas percebi que se trata do único trabalho em estúdio dos caras, não sei se pelo “esfriamento” do Hard Rock, ou por qualquer outro motivo, mas se considerarmos competência, produção, letras e demais detalhes sonoros o Eden tinha tudo para ser uma grande evidência do rock cristão nos dias de hoje, sem sombra de dúvidas. Para começar no mais estimável impulso do hard rock temos “Need Somebody” onde já destaco como a mais arrasadora do disco, refrão forte em solos que você já espiritualiza a influência em Whitecross, e a participação de Rex empacotado com a mesma. Destaque para os vocais de Joe Dokken, voz limpa em claros timbres, emitindo agudos nos momentos certos sem qualquer aberração ou deslize. As faixas “Show Me”, “Morning Star” e “Give Me A Reason” procedem sem firulas a pegada nítida proposta da banda que é o hard rock voraz e solos contínuos, enquanto “Tomorrow´s Yesterday” e “Forgotten Child” cristaliza o hard de maneira mais cadenciada adaptadas as passagens de AOR, exigindo mais arranjos pelas partes instrumentais. E não poderia faltar à parte pop, doce e calma num bom disco hard, e isto acontece na faixa título, uma bela produção de balada hard com uma mensagem forte. Para fechar temos “Loves Rolls On” lembrando novamente os riffs e solos de Carroll, o mais puro Whitecross ouvida nesta. Destaco também as letras, tocantes, fervorosas, enfatizando nova vida em Jesus Cristo, incentivando perdão e reconciliação, ao mesmo tempo convidando corações a se incendiarem na chama do amor de Deus, excepcionais mensagens. É uma pena que o Eden não prosseguiu gravando, mas arrisco que podem existir esperanças que os caras se reúnam e voltem aos estúdios, tudo é possível ao que Crê! Hehe. No entanto “Fan The Flame” tornou-se um trabalho clássico e uma fina produção do hard cristão, agradando com certeza os fãs de Whitecross, confira de perto!

Formação de FAN THE FLAME

Joe Dokken – Vocals; Dave Cotelleer – Bass; Dave Tanis – Drums; Mark Villareal e Curt Anderson – Guitars e Rex Carroll addtional production e guitar

Você pode encontrar download do álbum em: www.cmfreak.net ; Blog Heavenly Hard Rock ; http://robertigno-christianblogspotcom.blogspot.com/2008/11/blog-post_3310.html

Original: Mercado Livre, www.metalmission.com; E-Bay, Amazon.

DAT :D

Carlão!

By Bera - 13/10/2011 10:00 Nenhum comentário

MEGAFONE! Cd Review – Neal Morse (Sola Scriptura) – 2007

Sola Scriptura, a excursão de solo do tecladista e multi-instrumentista Neal Morse, sendo seu quarto trabalho conceitual com esforço de elite para o rock progressivo, com elementos do metal melódico e dveirsos estilos encaixados em todo decorrer do mesmo. No álbum “Testimony” lançado em 2002, por exemplo, foi um conjunto de CDs apropriadamente intitulado que narrou sua jornada espiritual, definido na música em junção a palavra de Deus. Neal novamente lida com temas históricos, desta vez concentrando-se na vida do reformador Martinho Lutero, que ganhou fama por pregar suas 95 teses na porta da Igreja Castelo em Wittenburg (o encarte exibe o alegórico do tema). O conceito centrado em torno do álbum é a afirmação de que “a escritura só” é a fonte primária e absoluta de autoridade de como a Bíblia é infalível, narrando direções doutrinárias fundamentais da Reforma Protestante mantida por Lutero.

Um trabalho épico e uma grande obra prima de rock progressivo. E épico é a palavra chave aqui onde o álbum vem em mais de 75 minutos, mas possui apenas quatro músicas. A faixa de abertura “The Door” (29:14) dá lugar a “The Conflict” (25:00), enquanto cai para o menor pedaço em, “Heaven In My Heart” (5:11), e seguido por “The Conclusion” (16:34). Deve-se notar, no entanto, que os três álbuns números não são muito longos, serpenteando composições em que cada um deles quebra em seis “sub-canções” que, logicamente – a palavra chave aqui resume – fluxo de um para o outro. (Isso é algo que Neal também faz frequentemente).

Neal, é claro, retorna com seu poder num pungente estilo vocal principal, com destaque para cada faixa com a quantidade certa de toque emocional. Seu trabalho nos teclados não podem ser negligenciados, sendo uma entrega do seu melhor,  às vezes em um ambiente beirando o dramático. Como guitarrista, ele efetivamente acrescenta tendências um tanto complicadas mas necessárias para ajudar a mover o álbum em território do rígido rock progressivo. O baixista, Randy George (Ajalon) e o baterista Mike Portnoy (Dream Theater), que formaram a espinha dorsal dos esforços anteriores de Neal solo, voltar a ancorar a extremidade baixa completa e firme. George realmente brilha no apropriadamente intitulado “Randy´s Jam” e Portney no instrumental “Re-Introdution” (aliás, o álbum é o mais aproximado em Dream Theater até então). Deve também ser mencionado que o mega-talentoso guitarrista Paul Gilbert (Mr. Big, Racer X) faz uma aparição triunfante em “Upon The Door” e “Do You Know My Name?” Com o trabalho de chumbo que é nada menos do que cair o queixo.

Extremamente um álbum conceitual, que mede o limite da fronteira com as questões problemáticas, se não controverso ou saturado, eu sinto que é necessário abordar as letras. Como dito, os tópicos abordados incluem um resumo histórico da igreja Idade das Trevas através do início da Reforma, cravando das 95 teses para a porta da igreja em Wittenburg, sobre Apocalipse 18 e questionando a obediência cega da Igreja e o Estado, em oposição a Deus. Vou deixar as coisas abertas a sua interpretação, mas, ao mesmo tempo, o artista não faz rodeios, queira ou não queira, acho que ele bateu o prego na cabeça dos ouvintes, assim como Lutero.

Valores de produção, como seria de esperar de um projeto de Neal Morse, são estelares.

A faixa “The Door” é um épico de 29 minutos dividido em seis partes diferentes.

“Introdution”, por um lado, é um instrumental rollicking que está em apoio do movimento em uma direção de rock progressivo rígido. Abundância nas guitarras esta junto com ocasionais passagens mais lentas em que os teclados têm um papel proeminente, acompanhamento sublime e exato.

O ritmo diminui abruptamente fora como uma transição, feita para “In The Name Of God”. Gentilmente avança pelos teclados, a música desenvolve gradualmente no ímpeto e a guitarra dá passos à frente para conduzir um coro enredados por uma teia graciosa de harmonias vocais.

“All I Ask For” vem na forma de uma balada etérea realizado a distância por uma combinação atrativa de violão e teclados. Um coro de voz toma o lugar  da atmosfera da faixa.

Uma longa seção instrumental fortificada por algumas chamas impulsiona levar as coisas, e isto funciona para “Mercy For Sale”. Afrouxamento visivelmente no início de seu primeiro verso, a canção é instalada à frente por uma guitarra ritmo Crisp, até que se equilibra de um coro entregue em forma majestosa.

Em “Keep Silent” a combinação de trabalho levam à um toque Blues, desacelerando o ritmo como a transição lírica é feita para ” se calar”.  Um toque agradável de teclados é adicionado, bem como, particularmente durante o coro gospel encrementam canções com um sabor agradável de se ouvir.

Uma conclusão emocional é alcançado em “Upon The Door”, uma peça mais silencioso que é graciosamente sustentado por um piano, até Gilbert emitir passos  a frente com um trecho sensacional nos solos.

“Do You Know My Name?”, A faixa de abertura para os 25 minutos de “The Conflict” (também divida em seis partes), reflete um poderoso heavy metal em guitarras de abertura impulsionada. Gilbert solta a cena com seus riffs de fogo, liderando o caminho com uma infinidade de determinação até que um coro de uma variedade substancial é obtido.

Mas calmo e tranquilo é refletido durante “Party To The Lie” onde a guitarra deságua no arranjo, e fica em apoio de um coro elevado.

A iniciativa pega toda a majestade cheia de seção instrumental pedindo novas coisas para “Underground”. Uma amálgama de violão e teclados tem influência sobre a canção do começo ao fim.

O solo de guitarra flamenco devidamente cronometrado que se segue é logo apoiado por uma batida flui Latina, o ritmo crescente como um movimento é feito para o acústico e rock de piano baseado em “Two Down, One To Go”.

A mistura de condução de guitarra e órgão que assume coisas sustenta a faixa “Vineyard”, uma trilha de hard rock destaque pelo seu solo de teclado, e um coro em que um ambiente de chave é colocada no lugar.

“Already Home” traz “este conflito” para a sua próxima montagem. A música move-se lentamente para a frente como faz o seu caminho para um coro ambiente refletindo um toque tranquilo e suave som.

A balada “Heaven In My Heart”, a menor faixa tem 5:11, esta lentamente compelido por um piano, até que, após o segundo refrão, o ritmo pega de uma forma empolgante para um traço sutil de guitarra.

Mais dezesseis minutos para “The Conclusion” é a obra-prima final do álbum.

Uma amálgama de riffs pesados ​​e margens linhas de baixo pronunciado a instrumental “Randy´s Jam”.

O tempo diminui para um piano no início de “Long Nights Journey”. Gradualmente ganhando força ao longo de sua primeira estrofe, a canção culmina para um coro decisivo escorada por um toque sublinhado dos teclados. Este é um bom trabalho de reflexão e sensação do rock clássico.

O rápido instrumental “Re-Introdution” apresenta um arranjo de hard rock com Mike Portney, intensamente entregue na bateria.

Justamente no momento certo as coisas se constroem até um pico, e uma transição é feita para o mesmo som de “Come Out Of Her”., elevando os instrumentos em conjuntos, uma canção apaixonante.

“Clothed With The Sun” é um pedaço mais calmo que lentamente flui em destacar uma melodia notável, juntamente com a quantidade certa de atração emocional.

E finalmente ” In Closing”, o teclado faz um trabalho eficaz de embalar as coisas, canção de força para encerramento de um grande trabalho.

Review por: Andrew Rockwell, traduzido e complementado por Carlos Alexandre

Site de download (álbum):  www.cmfreak.net

Para compra: Mercado Livre; Amazon; E-Bay; etc…

Músicos:
Neal Morse – Vocal, Teclados e Guitarras
Randy George – Baixo
Mike Portney – Bateria

Músicos convidados:
Paul Gilbert – Guitarras
Chris Carmichael – Violino, Viola & Electric Violin
Michael Thurman – French Horn
Rachel Rigdon – Violino
Hannah Vanderpool – Cello

DAT – Carlão :D

By Bera - 05/10/2011 10:00 Nenhum comentário

MEGAFONE! Testemunho de Steve Rowe (Mortification) – Visited By An Angel

 

 

Um dos mais interessantes testemunhos do meio musical, protagonizado por Steve Rowe, líder/baixista e vocalista de umas das bandas mais expressivas de Thrash/Death do chamado “Metal Extremo Cristão”, o Mortification. Vale a pena ler e entender o porque até hoje ele segue firme em sua jornada com a banda, falando de Deus e tocando som pesado de qualidade para todo o mundo.

”No dia 20 de setembro de 1996 eu recebi a pior notícia da minha vida. Eu tinha contraído Leucemia Linfática e fui imediatamente levado a tratamento de quimioterapia que derrotou o câncer mas começou um processo de destruição em meu corpo. Era muito doloroso mas no Natal daquele ano estava em descanso e me sentia bem.  Janeiro chega e eu sou chamado pelo escritório médico e me disseram que o câncer havia voltado e eu tinha 1% de chance de vida. Isso aconteceu devido a uma complicação chamada Filadélfia Cromossomo Positivo, que é virtualmente impossível de se curar. Me disseram que eu precisava de um transplante de medula que me daria 25 a 40% de chance. Fui abençoado desde então, pois meu Pai tinha células idênticas às minhas e poderia ser meu doador, 70% das pessoas que precisam de um transplante não acham um doador compatível. Foi realmente um tempo de confiança em Deus e acreditando 100% que Deus tinha me curado. Eu não acreditava que Deus seja instável,  não acreditava que ele teria me dado uma esposa, um filho e uma banda maravilhosa e uma gravadora só pra me tirar depois. Fiz o transplante de medula no dia 3 de fevereiro de 1997. No dia do transplante eu escrevi a canção “Raw Is The Stonewood Temple” sentado na cama do hospital com o meu baixo Steinburger. O som feliz daquela música estava me levando para o maior teste da minha vida. Eu pensei nos famosos edifícios de 200 anos de idade que estavam agora em ruínas. Percebi que até mesmo monumentos famosos feitos de pedra e madeira maciça não duram pra sempre. Percebi que os belos monumentos ou templos que foram feitos para Deus são os mais visitados. Muitos deles estão espiritualmente mortos mas são continuamente restaurados durante os anos pois são especiais. Eles são templos. Eu me via como um templo em ruínas prestes a ser restaurado por Deus. Ele diz na Bíblia que nós temos 70 anos para viver e 80 se formos fortes. Eu queria, naquele momento, uma vida mais longa. Nas seis semanas em que fiquei no hospital depois do Transplante eu senti várias vezes que iria morrer. Eu me tornei uma carcaça viva e a dor foi indescritível. Logo depois dos médicos me informarem que o meu transplante não tinha funcionado, o primeiro milagre aconteceu. Minhas células começaram a produzir sangue. Duas semanas depois eu saí do hospital agradecendo a Deus, pois meu transplante tinha funcionado. Apesar disso, pouco tempo depois me disseram que o câncer havia retornado e eu tinha duas semanas de vida. Nesse ponto eu decidi desistir do tratamento, ir pra casa e passar esse tempo com a minha família. Duas semanas depois tive um colapso duplo e foi dito que eu tinha duas horas de vida. O médico disse que se eu vivesse nunca andaria de novo, teria sérios problemas de visão e meu organismo interno ficaria muito maltratado. Passo a passo, semana a semana Deus me ajudava a melhorar através de alimentação saudável, medicina natural, muita determinação e o poder curativo do Senhor.
Hoje, em Fevereiro de 98 eu me sinto normal de novo e não há nenhum sinal de câncer. Eu acredito que Deus me curou e que tenho uma longa vida a frente. Quando tudo morria ao meu redor, eu experimentei o Triunfo da Misericórdia. Se você quer conhecer meu grandioso Deus e o poder de cura que Ele tem, faça essa oração:

“Jesus, eu peço a você que perdoe meus pecados e me liberte do poder do mal. Eu que você seja, a partir desse momento, o Senhor da minha vida, e quero que cure meu corpo e coração. Jesus, eu acredito que você é o filho de Deus, que morreu e ressuscitou dentre os mortos como a Palavra diz. Eu te peço que me receba como seu filho e me salve. Obrigado Senhor.”
Procure uma igreja de crença bíblica.”

 By: Steve Rowe (Mortification)

A letra da música “Visited By An Angel” retrata um suposto sonho que Steve teve enquanto estava em seu tratamento. Alegoricamente foi o tema da capa do disco pós sua doença chamado “Triumph Of Mercy”, onde um grande anjo de luz o visita estendo as mãos para Steve caído no chão!

A letra da música “Influence”, resume bem o objetivo da banda Mortification:
“Influência na sua vida. Nós não queremos fama, queremos “salvação.”

Steve ainda sofre seqüelas, mas continua lutando na fé!

Em uma conversa em off com um amigo, o mesmo me diz que na época do tratamento do Steve, o selo e revista Rock Brigade (que já trabalhou nas produções do Mortification)  colocou uma nota sobre o baixista de que sua morte era prevista, e que uma homenagem a Steve foi feita despedindo-se do cara. A revista simplesmente quis dizer: Sem chances de vida e de recuperação, descanse em paz Steve.

No entanto há rumores de que presentemente Steve ainda esteja com algumas seqüelas do tratamento passado, algum problema que a medicina apontou em seu texto. Mas independente de seu estado de saúde o cara ainda toca pra Deus, e leva o nome de Jesus Cristo através do Moritifcation para os headbangers do mundo. Para Steve não importa os problemas, pois o cara é persitente na fé e vai lutar até o fim, oremos por ele intercendo por nova cura.

DAT :D

Carlão

By Bera - 27/09/2011 10:00 2 comentários

MEGAFONE! Whitecross – Triumphant Return (1989)

Aqui está com certeza um dos melhores álbuns de uma das bandas mais aclamadas do cenário do hard e do metal cristão. O Whitecross apareceu entre 1986 e 1987 ajudando ali a compor com força o cenário Christian Metal, caminhando com fortes bandas como Stryper, Petra e Bride. Triumphant Return é o terceiro álbum do grupo, gravado entre 1988 e saindo pelo selo Pure Metal em 1989, com Scott Wenzel nos vocais, Rex Carroll na guitarra, Rick Armstrong no baixo e Mike Elliot na bateria. Autenticidade e vigor são os adjetivos de um álbum cheio de qualidade, tornando-se um grande clássico do metal cristão, com uma produção mais encorpada em relação aos álbuns antecessores. No contexto lírico mais uma vez o Whitecross não se envergonha de divulgar a fé em Jesus Cristo, a cada álbum ganhando uma maior intimidade e enfatizando o ouvinte na exortação que a palavra de Deus transmite.

 Logo de cara temos “Atention Please”, rápida, rasteira, pesada, que já protagoniza a voracidade de Rex nas guitarras com rápidos solos e bases de grande poder, com os vocais de Scott soando em etapas uma leve pegada em Brian Johnson do AC/DC. A primeira faixa aborda exortarção, o poder de Deus como urgência à cura do vazio humano. Estas mesmas características se repetem nas músicas “Stop Light”, “Straight Through The Heart” e “Shakedown”. A música “Down” é a quarta do disco, foi a qual a banda gravou um clip, música forte e pesada, falando sobre desespero humano de pessoas andando em caminhos alternativos, longe da proteção de Deus. No clip, que é disponível no youtube, um jovem é o personagem da empreitada, protagonizando o clima lírico da faixa enquanto a banda rola o som nas ruas.

 Como toda boa banda de hard rock, não poderia faltar as baladinhas, e tratando-se de Whitecross são duas, direcionadas para “Behold” e “Simple Man”. A primeira de intimidade pura com o Criador, a outra mencionando a vitória de um cristão e da simplicidade do amor de Cristo para com o ser humano.

 É claro que não faltou registro dos solos do Christian Guitar Hero Rex Carroll, em especial para a instrumental “Flashpoint”, naquela pegada técnica e rápida inspirada em Eddie Van Halen e Steve Vai. O álbum ainda tem o hard alegre de “Over The Top”, e termina com um dos melhores sons do Whitecross em minha opinião, a clássica “Heaven´s Calling Tonight”, sendo um hard trabalhado com grande peso e técnica, a canção mais bem acabada do disco, com uma letra sensacional referenciando sobre fim dos tempos, passagens do livro de Apocalipse a mercê do reinado dos Céus e a autoridade no nome de Jesus Cristo, grande letra e som!

Um disco totalmente indicado aos fãs de hard rock anos 80, e com certeza um dos melhores registros da banda, do começo ao fim um álbum de excelente produção, peso, melodia, técnica, caráter e letras de grande influência bíblica retratando questões da vida espiritual

Você pode encontrar para baixar em www.cmfreak.net ou http://heavenhardrock.blogspot.com , mas tente adquirir o original dele em sites como Amazon, CdPoint, Mercado Livre, ou solicite para tentar buscar em www.metalmission.com, ajude a música cristã como um todo!

DAT :D

Carlão

By Bera - 20/09/2011 10:00 Nenhum comentário

MEGAFONE! ROCK IN RIO 2011 – E a cena cristã?

Rock in Rio – Poderia ou não ter bandas cristãs tocando por lá?

Pela quarta vez em terras sambistas e futebolísticas um dos maiores festivais de música estará badalando novamente a cidade maravilhosa entre 23 de Setembro a 2 de Outubro, o grande festival Rock in Rio. Eu não tenho dúvidas que poderia também ser chamado de Pop in Rio, MPB in Rio, Dance in Rio, ou se você partir do pressuposto sensacionalista da situação real poderia até ser, Balas in Rio, Tráfico in Rio ou Tropa de Elite in Rio, tudo isso “por um mundo melhor” hehe…

Brincadeiras a parte é evidente que o festival tem sido uma das maiores manifestações da música e um grande atrativo aos negócios capitais. Desde marcas famosas de refrigerantes à lanchonetes de elite, até chicletes à marcas de automóveis de última geração, o capitalismo mais uma vez está determinante em parceria com o festival como um todo. Segundo o “Globotástico” terá até casamento ao vivo no festival ao som de Red Hot, é a progressão e o avanço a cada festival…

Diversas bandas de “catchigoria” estarão voltando ou estreando no festival, como o Metallica, que participará novamente do evento. Na ocasião a primeira vez Metalliqueira no festival foi quando o Rock do Rio de Janeiro foi em Portugal – Lisboa(?) hehe, mas td bem, pulamos esta parte. Em 2001 tivemos o Guns N´Roses voltando com Axl liberto das drogas (?) creio que sim. Dez anos depois teremos novamente o Guns tocando no festival (sem Slash novamente, paciência). Algo estranho foi que desta vez não terá Iron Maiden. Para disfarçar a promotoria do festival “deve ter decidido isso da seguinte forma:” Um festival com Iron, outro sem Iron, um com Iron, outro sem Iron, e por aí vai rsrs. Mas teremos Motorhead, Slipknot, System Of A Down, Red Hot Chilli Peppers, Elton John, Titãs, Nx Zero, Stevie Wonder, Coldplay, Ivete Sangalo, Milton Nascimento, Jamiroquai, e muitos outros do rock e muitos outros longe do rock, como pôde perceber hehehe…

 Mas agora entro para uma questão que engajará a minha idéia (na verdade uma viagem bem viajada mesmo rsrsrs). Andei pensando muito desde o começo deste ano, observando e sonhando com a oportunidade de bandas cristãs terem um dia (um dia somente) no Rock´n Rio, que poderia ser chamado de Christian In Rio ou Rock Christian In Rio, ou algo do tipo, sei lá. Viagem da minha parte eu sei, na verdade eu sou o cara mais leigo possível em questões de como funciona a organização de um festival tão popular. As únicas coisas que me vem à cabeça que restrita imediatamente minha louca idéia são que: Trata-se de um espetáculo 100% capital girando muito dinheiro, propaganda, mídia, coisas que nossas bandas e cantores cristãos possuem somente no meio gospel, e dependendo de tais cantores ou bandas, nem no meio citado não possuem, fato. Um dia gospel no festival não iria ser algo tão impactante para essa mídia capitalista, talvez não houvesse repercussão da mesma, male má transmitiriam, embora saibamos dos talentos que a música cristã possui. Mas lembre-se que no festival de 2001 o Oficina G3 esteve presente no evento, então pergunto: Com tanta coisa que não tem nada a ver com rock em determinados dias do festival, porque não novamente o Oficina tocando por lá? Porque não o Stryper? Que no começo deste ano lançou um álbum com covers de bandas respeitadas no heavy metal e no rock and roll. Afinal de contas, num é ROCK In Rio? Porque não até mesmo Michael W Smith, Third Day ou P.O.D?  Agora imagine você amigo(a), um(a) apreciador(a) de certas boas bandas, num palco vendo Stryper, Rob Rock e Narnia, no outro palco tendo um Michael W Smith, DC Talk, Jars Of Clay…Ou bandas, cantoras e cantores de sua preferência… Pensou nisso, viajou, captou a idéia?? rsrs

Eu sei que esta “minha viagem” não mudará em nada algum conceito nem muito menos acerca do festival, mas de repente, se tivessem incentivos de empresários ou promotores de shows cristãos de discutirem possibilidades com organizadores a fim de trazerem os tais, seria uma grande oportunidade de Deus falar com muitas pessoas, de gerar uma nova repercussão em algo transformador de vidas. Entendo que a palavra é clara na sustância de que não se mistura trevas com luzes, e logo não seria muito conveniente misturar grupos cristãos em tais dias, embora Cristo disse que de médico precisa os doentes, e não os sãos. No entanto um dia gospel no festival poderia ser algo impactante, acredito eu.

Espero que você que esteja lendo coloque sua idéia nos comentários. Será que é possível um dia isso acontecer? Será que o festival nem sequer negocia alguma forma de bandas cristãs tocarem lá? É muita grana para que empresários e promotores cristãos consigam tal proeza? Você acredita que se tais bandas, cantores ou cantoras do meio cristão se apresentarem em mega festivais não conseguirão atrair um grande público? Você acha lícito e possível eles tocarem num festival que não é cristão? Acha certo? Acha errado? São inúmeras perguntas e respostas que podemos fazer para uma ingênua e sublime discussão, lembrando que esta minha idéia seja somente algo levantado sem a mínima intenção de esculachar o festival, as bandas, ou de afirmar que bandas cristãs são melhores ou piores, é somente para discutirmos eventuais possibilidades para a cena cristã, mas claro, tudo na luz de Deus, pois só ELE sabe se isso seria lícito ou não.

DAT  :D

 Carlão!

By Bera - 13/09/2011 10:25 3 comentários

Megafone! Biografia de John Schlitt – Das trevas para a luz…do Head East para o Petra…

Nascido em 03 de Fevereiro de 1950 em Lincoln Illinois, o americano John Schlitt começou a cantar quando tinha apenas cinco anos de idade, realizando algumas mini-apresentações recitais e peças em sua escola. Aos 13 anos, ele estava na banda inesquecivelmente intitulado “Vinagre Hills Algo Band Hometown Different”. Logo ficou claro que uma carreira na música tornava-se possível. Ele terminou a faculdade com um diploma em engenharia civil mas de imediato começou a traçar planos para si mesmo no mundo do rock ‘n roll, não se importando muito com o diploma conquistado.

Em meados de 1975 John entra para a banda de rock Head East, onde tão logo o vocalista foi descrito por um jornal como um impetuoso, arrogante, e mais um atordoado numa banda de rock. O quinteto teve um público fiél e uma série de sucessos ao longo dos anos 70 que ajudaram a solidificar uma base de fãs. A carreira de John parecia definida, mas tudo chegou a um final angustiante em 1980, quando foi deixado para trás pela banda. O motivo:. John usava drogas fora de controle e era um dependente assíduo de álcool.

Sua saída do Head East deve ter servido como uma chamada dívina, mas John imediatamente decidiu começar uma outra banda, na tentativa de alimentar a sua dependência de drogas e álcool. Sua falta de foco musical e da fome para uma “correção” constante levou à morte rápida da banda. John, que parecia pronto para uma carreira longa e frutífera na música, de repente foi um fracasso absoluto. Ele se tornou outra vítima de artistas de rock decadente, rejeitado por seus colegas deixando que as drogas atrapalha-se o cada vez mais.

Ele pouco percebeu que Deus já estava trabalhando duro para mudar sua vida. Como John tentava lutar contra seus demônios interiores, Deus começou a trabalhar em sua esposa Dorla que conheceu o Senhor bem cedo, mas John continuou a sua descida ao desespero. Inicialmente a coisa era um tanto complicada, veja as declarações dele: “Sai da minha reta! Eu não preciso dessas coisas Jesus, eu sou muito legal para isso. Eu vou te dizer, eu vou tornar-se cristão quando eu for rico, famoso, feito velho demais para ter alguma diversão, e então eu vou rezar apenas … hmmm…para estar seguro.”

Em sua mente, o suicídio era a única maneira de sair da espiral descendente que havia invadido sua vida. A idéia era uma overdose rápida e fácil de comprimidos, mas a oração e o amor persistente de Dorla, levou a despertar o espiritual de John.
Uma noite, pouco antes de sua morte planejada, John concordou em acompanhar Dorla de ver o seu pastor. “Eu só fui junto para minha mulher dizer, pelo menos ele tentou depois que eu tivesse ido embora para o além”, disse John. Mas Deus não estava prestes a deixar John. Naquela noite ele foi atingido com uma coragem em Jesus Cristo que ele nunca conhecera antes, complementado:

“Eu fui salvo naquela noite, e foi um novo começo para mim. Eu não sinto esse fardo de culpa mais, e eu tive uma nova chance. Embora eu ainda tinha todas as minhas dívidas de todas as drogas e a minha estupidez, eu sabia que Deus ia fazer nova história em minha vida, passo a passo, no caminho DELE “…

John resolveu viver para Deus e até mesmo abandonar a carreira de músico. Ele acabou procurando trabalho prático para sustentar sua família, começando do zero. “Isso foi realmente assustador”, admite ele, percebendo o quão difícil era um dia de trabalho normal após tantos anos de estar na estrada fazendo suas próprias coisas. . “Eu finalmente consegui um emprego de varrer o chão e estava muito feliz com isso. Então no plano de Deus, passo a passo, eu trabalhei como engenheiro de minas para uma empresa de construção de mineração e acabei sendo um engenheiro bem sucedido”.

Se você perguntasse a John, se ele teria alguma coisa a ver com a música novamente, ele teria lhe dado um firme “não”. Suas prioridades tinham deslocado à Deus e a sua família e claro, ele não queria nada com as drogas e as bebedeiras mais. Na verdade, descobriu-se que os dias de John no Head East foi algo percussor para algo maior. Cinco anos após estando ele firme e forte,  Deus chamou John de volta para os palcos, mas agora frente ao rock cristão, através da banda Petra.

John lembra aqueles dias emocionante. “Nós (John e Bob Hartman guitarrista fundador do Petra) têm um amigo em comum que é um crítico de música para cena cristã, e alguém tinha enviado uma fita que eu tinha para ele onde cantou em um grupo de garotos em Illinois, era apenas uma fita dinky real, e ele enviou cópias desta fita em todo o setor. Este homem tem um, e Bob estava conversando com ele e ele diz: “Existe alguma coisa que eu posso fazer para ajudá-lo, Bob?” Bob, por sua vez perguntou a seu amigo para encontrar um cantor para o Petra. Seu amigo mencionou Schlitt e produziu a fita demo, logo sendo surpreendido pelo talento vocal de John.

“Então ele deu o número de telefone pra ele, uma vez que ele se interessou, o número por esse tempo tinha sido alterado e já não funcionava, mas ele se interessou e começou a investigar, tentando me encontrar. Ele finalmente me encontou dizendo que fui mencionado pelos primeiros álbuns do Head East, e foi em busca através das listagens telefónicas em Illinois e encontrou-me.

Tudo parecia muito fácil. “Bob Hartman chama-me e pergunta:” Será que você será o novo cantor do Petra? Eu digo, ‘Você está brincando comigo! Eu não canto por cinco anos.”

“Tudo o que eu quero saber é se você se tornou realmente um cristão.” Disse Bob.
“Eu sou um cristão fervoroso hoje.” Respondeu John
“Beleza! Vamos conversar.” Disse Bob.
John fez um teste e cantou “Ego Altar”, uma canção que, eventualmente, apareceu em 1986 e pertence ao álbum Back to the Street.

John Schlitt entrou oficialmente no Petra em 1986, trazendo consigo a sua incrível variedade vocal e habilidades que fez dele uma lenda com o Head East. Só que desta vez, sua mente já não era soprado em drogas e álcool, ele estava limpo, focado, e armado com uma poderosa mensagem: Deus nos fez para sermos vencedores – Jesus Cristo está vivo e por meio Dele que estamos sendo vitoriosos, através da Sua perfeita vontade para nós.

E é assim que tem sido com John desde então. Vinte anos mais tarde e quatro prêmios Grammy em sua estante, dezesseis álbuns no Petra, três álbuns solo gravados – milhões dos quais foram vendidos em todo o mundo – John é um homem que vive para Jesus e não encobre nada sobre sua fé.

“A única coisa que posso fazer é o melhor de um Cristão,  para ser o mais ousado artista que posso ser”, diz ele. “Eu vou ser sempre capaz de olhar para alguém na cara que quer se sentar e dizer ‘ Então você é um cristão? ” e eu vou dizer: ‘Basta ouvir a minha música, ouvir o que tenho a dizer, ouvir as entrevistas. ” Não há dúvida sobre onde eu estou e no que eu acredito.”

John Schlitt é indiscutivelmente um dos vocalistas mais poderosos ao redor, seu mais poderoso grito é o clamor de seu coração. Seja no palco ou fora dele, a voz de John é algo real de uma alma verdadeiramente mudada. E sua música é e sempre será um reflexo do amor de Deus e do poder redentor, tanto para o Petra quanto para a carreira solo.

 Texto traduzido e revisado (resumido) do site oficial do John Schlitt, http://www.johnwschlitt.com

Discografia de John Schlitt:

No Head East:

- Flat As A Pancake – 1975

- Get Yourself Up – 1976

- Gettin´Luck – 1977

- Head East – 1978

- A Different Kind Of Crazy – 1979

 

No Petra:

- Back To The Street – 1986

- This Means War – 1987

- On Fire – 1988

- Petra Praise – The Rock Cries Out – 1989

- Beyond Belief – 1990

- Unseen Power – 1991

- Petra En Alabanza – 1992

- Wake Up Call – 1993

- No Doubt – 1995

- Petra Praise 2 – 1997

- God Fixation – 1998

- Double Take – 2000

- Revival – 2001

- Jekyll & Hide – 2003

- Petra Farewell (live) – 2005

- Back To The Rock – 2010

 

Carreira Solo:

- Shake – 1995

- Unfit For Swine – 1996

- The Grafting – 2008

DAT :D

By Bera - 06/09/2011 10:00 Nenhum comentário

Review – Larry Norman – Only Visitng This Planet – 1972

Um dos percussores e considerado o grande pai da CCM e do rock cristão, o lendário Larry Norman entrou em estúdio em meados de 1971 e 1972 para o lançamento do clássico “Only Visitng This Planet”, terceiro álbum de estúdio do grande cantor e compositor de cabelos longos dourados. No início daquela década até Paul McCartiney não poupou palavras adjetivadas sobre Norman: “Ele seria um astro se não restringisse a temas espirituais”, o que certamente aumentou a fé de Norman em relação ao seu talento com o simples lema de servir a Deus não importando com as paradas do sucesso. O álbum é uma grande obra prima referenciada da CCM, onde mais tarde grupos cristãos como Eternity Express, Solid Rock, e até mesmo a conhecida Holy Soldier gravaram covers de seus hits. Amy Grant classifica Norman como um dos maiores talentos da música cristã, o qual a inspirou muito para a música. Norman consegue engajar uma grande produção de estilos como rockabillity, folk, levadas de blues incorporadas ao ritmo do puro rock and roll, com uma voz de qualidade e força ditando todo clima sonoro do disco no começo ao fim. Músicas como “Righteous Rocker”, “Reader´s Digest (rock version)” variam do poder do rock and roll aos estilos da época, com letras diretas e politizadas as questões espirituais, relacionadas ao cotidiano. Em “I Am The Six Clock O´News” Norman interpreta uma viagem para Asia sendo ele um repórter noticiário das seis, narrando e filmando a devastação de um povo em guerra, crianças e casais morrendo, mas ele é apenas o noticiário das seis, fazer o que né imprensa? No fim desta canção ruídos de bombas, tiros e das turbinas do avião resumem todo clima lírico da mesma.  Músicas como “I’ve Got to Learn to Live Without You” e “Pardon Me” preenchem um lado bem louvor com letras de intimidade e amor puro . A faixa três do disco, “Why Don´t You Look Into Jesus” tornou-se um grande clássico e praticamente um dos maiores hits cristãos na história, engajando rock and roll, folk, solos afinados a todo compasso climático. A letra aborda problemas sociais como o egoísmo humano num estado espiritual escravizado as drogas, prazeres terrenos, e doenças atraídas como a AIDS, e um refrão de poder afirmando a todos olharem para a face de Jesus Cristo, como a resposta certa a tais problemas. Preste atenção nisto: “Dois homens em pé numa colina, um desaparece e o outro é deixado, eu gostaria que tivéssemos todos prontos”, mensagem forte sobre o arrebatamento para a canção “I Wish We’d All Been Ready”, o que certamente é o tema da capa do disco onde Norman parece segurar um trânsito com as mãos na cabeça, supostamente sendo arrebatado ou passando a imagem como um ser cristão separado do mundo (chamando atenção de todos para tal coisa). O disco conta também com a canção que se tornaria um hino para os movimentos da Jesus Music com a clássica “Why Should The Devil Have All Good Music?” (Porque deveria o demônio ter toda boa música?) como uma resposta ao inimigo de que Deus levantou talentos usando ritmos considerados pela maioria como pagãos, não a menos para glória e louvor ao Seu Santo nome. Recomendo com toda certeza ouvir do começo ao fim, trata-se de um grande LP que revolucionou toda história da CCM e prova o quanto é valiosa a música cristã como um todo, recomendo mesmo.

Link do LP: http://oldchristianmusic.wordpress.com/category/larry-norman/

 Baixou? Ouviu? Gostou?  Tenta adquirir então o original dele em sites como Amazon, E-Bay, ou Cd-Point, blz??  Ajude a música cristã como um todo!

 DAT! :D   Abraços

By Bera - 30/08/2011 10:00 Nenhum comentário

Megafone! REVIEW – The Witnesses – EP The Witnesses (1966)

Direto de UK não para o mundo, mas para uma pequena fração de ouvintes cristãos do bom e na época não tão velho rock and roll. Mais precisamente em 1966, surge o grupo de Manchester “The Witnesses” (As Testemunhas), tornando possível a associação da então “febre da juventude” com a temática cristã, obviamente não seguindo as tradições psicodélicas que a geração dos anos 60 seguiam diluída a certos prazeres terrenos. Um pouco atrasados diga-se de passagem,  pois em 1966 o Rockabillity, Soft-Harmony ou Electric Jin Jangle presentes sonoramente no disco já não estava mais tão ativos em grupos da Europa, mas tratava-se dos primeiros registros de bandas cristãs de UK fazendo estilos provenientes deste à serviço do reino. O EP The Witnesses  saiu pelo selo Herald UK, contém apenas 4 canções a partir de um quarteto britânico, incluídos as canções “Why”, “Another Day”, Everything Will Be Alright “, e “The Winning Side”, vocais a lá Lennon e McCartiney numa pegada sonora inspirada em lp´s clássicos dos Beatles, A Hard Days Night e Beatles For Sale, com letras baseadas e firmadas no amor de DEUS para com o ser humano! O EP teve Phil Jones na guitarra, Chris Keenan na guitarra base, Jimmy Nunnen no baixo e guitarra, e Norman Smith na bateria, na parte vocal era comum bandas deste gênero todos os integrantes cantarem juntos. Notas afirmam que eles foram um dos grupos TOP no Catacumbas (um Cafe Club cristão primitivo em Manchester). Carece de fontes se a banda teve uma continuação, mas no blog onde se encontra raridades e velharias da música cristã (link abaixo) é possível que mais algum disco deste quarteto seja upado pelo criador, ainda mais que este se trata de um EP, possívelmente exista algum LP deste quarteto!

 Texto traduzido de autoria de Ken Scott, com diversos complementos de Carlos Alexandre!

Segue o link de download em MP3, pois original só lá na Inglaterra, em Vinil e olha lé hein kkkkkkkkkkkkk

The Witnesses

Abraços!  DAT :D

By Bera - 23/08/2011 10:05 Nenhum comentário

Megafone! CCM Conclusão + brasuca!

 

CCM Conclusão + Brasuca – Parte Final

Anos 90 e demais…

A década de 80 chegou ao fim, e de certa forma o contexto musical como um todo mudou. Entraram alguns novos estilos que ao compasso do que já tinha se emendaram ou se associaram com tais vínculos e ingredientes da música. A música eletrônica invadiria o espaço nas paradas, onde os artistas considerados pop´s se enquadraram nesta mistura. A força do hard rock presente na década passada teve um esfriamento geral devido ao aparecimento do Grunge Rock, bandas como Alice In Chains, Nirvana e Pearl Jam lideraram um pouco mais a cena. O lado da CCM que por sua vez se encontrava firme e inovador, mas que andava entre barreiras e dependendo do estilo eram excomungados, mantinha ainda no começo da década uma mesma pegada apresentada na década anterior. Veteranos da Jesus Music continuavam gravando, mas apenas o Petra ainda conseguia manter aquela maior popularidade, mas em tese comercial nada além do que discos gravados que mostravam maiores vendas que demais grupos antigos e mesmo em relação aos grupos mais novos. Amy Grant e Michael W Smith continuavam forte no cenário, e cada vez mais empregados ao lado Mainstream da coisa. Em 90 o Stryper teve um certo apagão aos valores cristãos com o belo trabalho musical de estúdio “Against The Law”. Tudo porque neste o quarteto teria deixado de certa forma a fé e a atitude de falar sobre Jesus nas letras, deixaram o visual preto e amarelo, tiraram o Isaiah 53:5 do logotipo e se auto intitularam como produtores do disco. Entretanto houve explicação dos irmãos Sweet para o fato, pressões comerciais e perseguições religiosas que condenavam a postura deles. Apesar de Against The Law ter sido muito aprovado pelos fãs musicalmente, não teve o mesmo fator na questão da fé. Dali em diante houve apenas o lançamento de uma coletânea com duas músicas inéditas, e em 1992 uma pausa definitiva desunindo o grupo, cada um seguindo sua rotina, apenas Michael Sweet que gravou alguns discos solos naquela década estava um pouco mais ativo na música. Mas em 2000 o Stryper voltou a se reunir reconciliados na fé, e depois dali muita surpresa veio e a banda está on nas paradas do rock cristão até os dias de hoje. Bride e Whitecross tiveram o papel de certa forma “substituir o Stryper”, gravando grandes hits no início da década, mas com o hard rock esfriado pelas novas tendências não demoraram muito para que ambas gravassem coisas mais alternativas e um pouco mais comerciais anos depois, e isso aconteceu também com diversas bandas cristãs, mas poucas continuaram devido a problemas de incentivo (patrocínio), dinheiro, ou pelo simples fato de integrantes não dedicarem suas vidas mais para música. O DC Talk que apareceu no finzinho da década anterior foi muito forte na seguinte e entrou com facilidade no cenário. Em meados de 91 surge um grupo cristão chamado Mortal trazendo uma proposta unânime dentro do cenário cristão, fazendo um rock pesado com as batidas eletrônicas do dance e da techno music, estilos estes que alguns cristãos tocaram anos mais tardes. Diante de um cenário gospel muitas outras coisas surgiram, entre eles grupos e cantores que se tornaram populares no meio cristão entre os anos 90 e depois dos anos 2000, como Rebecca Saint James, Third Day, News Boys, Hillsong, Jars Of Clay. A CCM na questão underground continuou bem ativa e continua até os dias de hoje, muitas bandas apareceram também, algumas com o caráter mais comercial, outras conhecidas apenas no cenário metal, punk, ou ao estilo underground que estão enquadrados. Grupos como Narnia, Seventh Avenue, MxPx, P.O.D, Demon Hunter, Rob Rock, Neal Morse, Living Sacrifice, Underoath e outros preenchem os estilos citados. O lado do metal mais extremo também apareceu com força naquela década, bandas como Tourniquet e Mortification davam as cartas no thrash e death cristão, onde também apareceram alguns grupos menos conhecidos como Believer e Detritus, mas relevantes aos estilos e com letras encarecidamente cristãs. Até o Black metal que tinha como objetivo fazer da cena metálica a mais podre possível, com letras 100% anticristãs, de adoração ao demônio, e contra toda regra moral e ética teve seu lado no meio cristão ganhando o nome de Unblack Metal, obviamente sendo o oposto nas letras que são referenciadas a redenção em Jesus Cristo Um estilo muito polêmico, diga-se de passagem, pelo visual adequado ao estilo (corpse paint, machados, correntes, cinta de balas) ou pela forma de que tocam metal extremo (cru e gritado), no entanto sendo armas de evangelho para chegarem como luz ao lado mais obscuro e underground do metal. Grupos como Antestor, Extol, Crisom Moonlight, Sabbatariam, Antidemon, Frost Like Ashes surgiram entre os anos 90 e durante a década de 2000.

Para quem quiser ouvir uma discussão legal, veja o SeedCast sobre Música Underground Cristã presente aqui no blog, onde alguns blogueiros, feras e amantes da música cristã discutem o tema em geral, com mais relevância no Brasil.

O grande Cornerstone Festival

Cornerstone Festival é um festival de música cristã visando a Jesus People USA, e realizado anualmente em torno do 04 de julho próximo a Bushnell, Illinois (E.U.A), criado em 1984 e também conhecido por C-Stone, onde em 1991 mudou-se de local na mesma cidade, em uma área maior agregando mais pessoas nos festivais. Foi praticamente um Woodstock para a música cristã, abrindo outras portas para bandas e artistas da CCM, nos mais variados estilos. Bandas e cantores mais antigos como  Larry Norman, Phil Keaggy, Daniel Amos, Rez, Petra tocaram diversas vezes. Grupos de white metal como Bride, Stryper, Whitecross, Tourniquet também passaram muitas vezes por lá. Em 2001 o selo M8 Distribuition realizou uma noite Hard/Metal trazendo de volta algumas bandas cristãs já “extintas” do cenário, entre eles  passaram novamente por lá Sacred Warrior, Recon, Deliverance, Daniel Band, Trytan e alguns outros que ainda estavam ativos na estrada. Apesar das filmagens amadoras, a M8 lançou entre emendas e imagens improvisadas em VHS e DVD o chamado de Retro Night Metal, e um cd de cada grupo que pisou naquele dia no festival também foi lançado. O Cornerstone continua firme e forte até os dias de hoje, sendo um festival que atrae um grande público cristão e não cristão, e com certeza foi e é usado pelas mãos de Deus usando as bandas para falarem do amor de Cristo para as pessoas presentes. Grupos da geração 2000 em diante também passaram e passam por lá como P.O.D, MxPx,  As I Lay Dying, Switchfoot, Anberlin e muitos outros.

 

Música Contemporânea Nacional!

Eu não poderia encerrar os fatos históricos da música cristã contemporânea falando sobre o que é nosso, o nosso Brasil. Mas dentre a história a música cristã no Brasil em si nos anos 60, 70 e parte dos 80 não teve a mesma repercussão que se teve nos E.U.A. Na parte II abordei sobre o Grupos Exodos, de pouco reconhecimento e sem incentivo de carreira, sendo a primeira banda de rock gospel nacional, muito críticada por sinal em meios evangélicos, pois imagine que no passado o conservadorismo musical, a religiosidade, os dogmas e as doutrinas eram muito mais expostas nas igrejas, e Deus ainda trabalhava o avivamento por aqui, embora nem todas igrejas se enquadrassem em tais práticas citadas. Com a vinda de missionários estrangeiros, principalmente batistas e presbiterianos americanos, igrejas protestantes adotaram muitos hinos de origem estrangeira, alguns com a influência americana do “gospel”. Hinários inteiros foram traduzidos e editados, como o “Salmos e Hinos”, “Harpa Cristã” e “Cantor Cristão”. A partir do final da década de 1960, grupos nacionais como Vencedores por Cristo (VPC), MILAD, Grupo Rebanhão, Grupo Logos, Grupo Elo e Grupo Life (de Asaph Borba) entre outros, começaram treinamentos de formação de músicos e viagens para divulgação, começando então a influenciar o estilo de músicas de todas as igrejas evangélicas do Brasil. Este estilo musical se populariza comercialmente no final da década de 1980, quando entram em evidência ministérios de louvor como Voz da Verdade, Shirley Carvalhaes, Koinonya, Katsbarnea, Adhemar de Campos, Vencedores por Cristo, entre outros. O rock ou Hard rock gospel nacional teve um restrito começo praticamente no começo dos anos 90, grupos como Fruto Sagrado, Oficina G3 e Resgate foram as principais que deram a cara de se misturar aqui no Brasil rock pesado com temáticas cristãs, embora cadenciassem suas músicas relevando este peso com louvores e canções que até se enquadrariam dentro das igrejas. Letras firmadas entre o cotidiano da vida, problemas sociais como drogas, discriminação raciais, falta de espiritualidade eram comuns de se abordar por eles, apontando a solução em tais letras sobre a liberdade de se render a Jesus Cristo e louvar o seu nome como único salvador. Há o boom do Neopentecostalismo com os discos gospel produzidos por Comunidades Evangélicas (CEs). Surgem os primeiros sucessos internacionais na música gospel brasileira, as primeiras inserções na mídia secular e os grandes ajuntamentos em eventos exclusivos de adoração. O Pentecostalismo e o Neopentecostalismo mostraram sua cara a públicos nunca antes imaginados por meio da gravação de discos ao vivo e o registro de ministrações com o Dom de línguas. As turnês internacionais de cantores e ministérios se tornam freqüentes, como o festival SOS da vida no começo dos anos 90, trazendo grupos como Bride e Whitecross. Tanto os brasileiros vão ao exterior; como os estrangeiros vêm em visita ao país. O gospel nacional passa a ter tiragens em outras línguas (inglês e espanhol) para atender a demanda do mercado latino. Surgem as primeiras bandas de Metal Cristão, além dos clãs familiares de cantores. Um fato muito bênção de Deus para nós cristãos e pra musica gospel foi a conversão de Rodolfo Abrantes (ex Raimundos), montando o grupo Rodox, que já tratava de assuntos sociais ligados a vida, sem palavras de baixo calão e com pitadas de evangelho por parte do Rodolfo, que hoje segue carreira solo na musica gospel brasileira declarando louvor e amor a Cristo. Muitos grupos e bandas surgiram no Brasil entre os anos 90 e 2000, na linhagem do gospel e da Contemporary Christian Worship (CCW), entre eles Grupo Novo Som, Aline Barros, Diante do Trono, André Valadão, Fernandinho, Renascer Praise e muitos outros. No entanto o lado underground cristão brasileiro ganhou algumas bandas também, mas não tendo a mesma síntesa, respaldo ou espaço dos demais citados (entenda na discussão do SeedCast sobre música underground dentro do Brasil). Entre eles Sunroad, Destra, Seven Angels, Antidemon, SkyMetal, Stauros, Calvário, Bélica, Getsamini, Ruptura, Eterna, e muitos outros.

CMF e Crash Church!

O CMF é um ministério da Igreja Renascer em Cristo criado nos anos 90 por Antonio Carlos Batista, o metaleiro líder e vocalista da banda Antidemon e fundador da Comunidade Zadoque (hoje chamada de Crash Church). O ministério é uma porta aberta com membros considerados undergrounds (metaleiros, punks, e pessoas que já tiveram ruins experiências com álcool, drogas, prostituição) a fim de alcançarem pessoas enquadradas nesta questão. O “erro” que se comete em torno deste ministério é de abordar que o mesmo é somente visando trabalhar o lado do rock e de promover ações somente ligadas à música pesada, mas o ministério em si visa trabalhar e resgatar para Cristo o lado obscuro da sociedade que seria o próprio lado underground, jovens roqueiros ou não presos a vícios, e a prostituição como um todo que podem ou não integrar alguns grupos como GLS, independente de qualquer classe ou opção, nova vida em Cristo é o alvo do ministério. O mesmo acontece na Crash Church do PR.Batista, um ministério ainda mais underground e também armado espiritualmente para lidar com a obscuridade. Mas em termos sonoros é claro que ambos os ministérios tem como forma de atração o som pesado, diversos estilos do metal, do punk, do hard core, ou da música underground extrema, o que certamente atraem mais pessoas que curtem o som pesado, e que já converteu para Cristo centenas de pessoas undergrounds no Brasil.

Galera aqui encerra toda trajetória da CCM agradecendo a todos que “perderam” seus preciosos minutos de vida para ler, podendo ver um pouquinho da CCM lá fora e uma prévia no Brasil. Não sou expert no assunto, mas com ajuda da própria net, do SeedCast e algumas leituras de anos a anos que fiz pude relatar um pouco sobre isso. Aguarde os próximos posts do Megafone que estarão bem legais e cheio de novidades também.     DAT :D

By Bera - 16/08/2011 10:00 Nenhum comentário