Arquivo de janeiro, 2011

DevocioNOW:Celebrando a vida

“O inverno já foi, a chuva passou, e as flores aparecem nos campos. É tempo de cantar; ouve-se nos campos o canto das rolinhas”- Cantares 2:11,12

O que você sente, após ler esse texto tão lindo de Cantares? Logo que descobri e li esse texto, veio sobre mim algo extremamente agradavel. O desejo de não ficar parado. De não ficar parado nos meus sintomas. De me colocar em marcha. De celebrar a vida.

Anselm Grun, escreveu algo lindo, no livro “Caminhos para a Liberdade” que reflete bem o que senti com as palavras de Cantares. Escreveu assim: “Se nossa vida é uma festa que Deus festeja conosco, se temos parte na grande festa da criação, então nossa vida adquire uma diginidade divina, então nossa vida é digna de ser festejada. Uma maneira de celebrar nossa vida seriam rituais salutares. Eles também nos dão a sensação da liberdade, a sensação de  configurarmos e conformarmos nossa própria vida de tal modo que seja nossa própria vida,  que nós mesmos vivemos, em vez de ser vivida por nossas coações. Depende de nossa liberdade a maneira como confotmamos nossa vida, quais os rituais que lhe impomos , se isso  nos faz bem ou não, se nos torna felizes ou não”.

Que você possa trazer para o seu dia o conceito de que a sua vida é digna de ser festejada.

By Luciano Manga - 26/01/2011 8:30 Nenhum comentário

DevocioNOW:Unidade

Quero deixar para a sua leitura e reflexao, um texto, escrito pelo amigo Marcio Duran,

Babel e a unidade
de Márcio Duran

Há uma clara preocupação no coração de Deus, para que Ele tivesse lançado tremenda confusão entre os homens e mulheres que construíam a tal torre que permitiria que o nome deles ficasse eternizado na Terra: “Eis que o povo é um” (Gênesis 11:6). A unidade é um elemento fundamental para que se consiga realizar muitas coisas. E a unidade para o mal é, de fato, preocupante. É como aquele filme onde parece que só há bandidos, pois a polícia está envolvida com o crime e a personagem do filme não pode confiar em ninguém. É a unidade na corrupção, por exemplo.

Mas há no Novo Testamento, textos que falam de unidade, mas especificamente um que diz que devemos esforçar-nos “diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Efésios 4:3). E aqui começo a perceber que a “maldição” de Babel, onde o Senhor confundiu a língua de todos os homens, não está sobre nós. E aí começa uma profunda inquietação.

Vasco ou Flamengo? Cruzeiro ou Atlético? Sunitas ou Xiitas? Governo ou oposição? Adeptos de Guilherme de Orange ou os católicos da Irlanda do Norte? Lutero ou Calvino? Papa ou Aiatolá? Comunistas ou capitalistas? Judeus ou Palestinos? Tradicionais ou pentecostais? Tradicionais, reformados, pentecostais ou neo-pentecostais? Cristianismo, judaísmo ou islamismo? Brancos ou negros? Farc ou governo colombiano? Evangélicos ou católicos? E poderíamos listar aqui uma infinidade de divergentes, como as divergências que geram guerras civis na África (por questões étnicas) entre muitos outros assuntos.

Precisamos nos unir a cada dia. Esquecer nossas diferenças (o que nos separa), exaltando os ponto comuns, ou como dizem, as coisas que nos unem. Futebol, que parece ser um esporte para o entretenimento, torna-se, a cada dia, em uma espécie de válvula de escape de toda uma tendência do ser humano em identificação com grupos e de aceitar envolvimento com violência contra grupos que decidiram torcer por outra agremiação, ou seja, que vestem outra camisa. Patriotismo me leva a entender até mesmo o posicionamento exagerado das testemunhas-de-Jeová. Afinal, se o nosso reino não é deste mundo, porque me emociono tanto quando o Brasil vai bem em determinadas provas? A emoção genuína deveria ser pelo atleta que venceu diversidades por toda a vida e chegou ao alto do pódio. Mas desejar que a Argentina, nossa co-irmã no Continente, seja um fracasso total em qualquer modalidade, não é algo muito natural.

Estive em 2006 num evento em Mendes que reuniu católicos e evangélicos (aqui não farei distinção – mais uma! – entre evangélicos e reformados e protestantes, etc). O que nos unia naquele lugar era a fé no Cristo (não na religião) e a compaixão pelos pobres. Eles precisam da nossa unidade de fé e de ação. Não temos tempo de ficar com discussões inúteis, com nossas certezas incertas, com nossa prepotência verborrágica (daqueles que adoram uma discussão – para mostrar seu conhecimento e “humilhar” o oponente).

Eu quero entender a fé dos franciscanos com todo o seu aparente vigor e compromisso. Porque a minha é limitada à agenda, família, trabalho, “serviços pastorais”, financiamentos, etc. Nada tendo e possuindo tudo – dizem eles. Quero penetrar na fé dos seguidores de Alá, que loucamente(?!) estão dispostos a dar a vida pela causa (que diga-se de passagem é motivo de discórdia e mais separação). Quero captar a intensidade da sinceridade dos romeiros católicos pelos cantos mais longínquos do Brasil. Quero refletir na práxis de Madre Teresa de Calcutá, nesta pequena-grande mulher, na resistência pacífica de Mahatma Gandhi, nos misteriosos abraços de Amma e em suas doces palavras contra a pobreza. Quero vivenciar a fé dos pentecostais com suas orações e seu barulho, assim como me deleito ouvindo a lucidez de Leonardo Boff, ou mesmo quando ouço a deliciosa “loucura” de Rubem Alves. Quero unir, produzir junto, caminhar mais perto a cada dia. Quero tolerar.

Mais do que tudo, eu quero caminhar com os que professam a fé neste Cristo vivo, real, com esta gente cansada de vida religiosa que só acentua diferenças, que atrapalha nosso relacionamento com Ele e que nos impedem de aproximarmo-nos dos diferentes. Gente que ama o próximo e que pretende amá-los como a si mesmos e a Deus sobre todas as coisas. Gente que torce pelo Vasco – como eu – ou que são corinthianos. Argentinos, irmãos desta América Latina de tantos desmandos, cujas veias ainda estão abertas, mas cujo entendimento de seu próprio potencial vai crescendo a cada ano. O que resta não é tão importante e pouco interessa se o filho é batizado na infância, se tem padrinho e madrinha, ou se é mergulhado em um rio com águas correntes já na idade adulta.

O desejo de nosso coração não deve estar em eternizar nosso nome nesta Terra, mas em marcar corações com o nome que está acima de todo o nome, o nome de Jesus, não o da religião, mas aquele nome que fascinou Ghandi e tantas outras personalidades que passaram pela história. Não com nossos nomes, mas com o dEle, pois se estivermos unidos nEle, andaremos mais juntos, amaremos muito mais e seremos recompensados já em vida com esta paz misteriosa e tão real que surge dentro de nós. Compartilhando, tolerando e amando muito mais

By Luciano Manga - 19/01/2011 8:30 Nenhum comentário

DevocioNOW:Não julgueis!

Durante a corridinha na praia e o coração conectando com o amado Pai, brotou nos meus pensamentos o texto de Lucas 6:37 – “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.”

Esse texto me levou a varias reflexões e indagações quanto a questão do julgar as pessoas. Julgar pode produzir uma semente muito ruim no coração e tem a força de romper relacionamentos e acabar com amizades que foram conquistadas por anos. Temos que dar um basta nos julgamentos que julgam a alma do próximo e sua vida com Deus.

Li algo que o Caio Fábio escreveu certa vez quanto essa questão de julgarmos que não poderia deixar de postar aqui:

oda realidade, por mais objetiva que seja, é falsificada pelo nosso olhar. Assim, o julgamento do próximo, de sua alma, e com a presunção de pretender ser Deus na interpretação do outro, infalivelmente será “projeção” do próprio ser que julga. Desse modo, o mundo de fora, quase sempre é a projeção de nosso mundo interior. Sim, o mundo fica do tamanho de nossas medidas interiores. O caminho de fora é sempre determinado pelo de dentro. E o olhar que enxerga fora, antes de tudo enxerga apenas o que já enxergava antes de ter visto. Ou seja: pelo pré-conceito!

Que busquemos ter um coração mais sensivel e uma vida mais junto do amado Pai.

By Luciano Manga - 12/01/2011 8:30 1 comentário

DevocioNOW:Cuidando uns dos outros

“Pois Timóteo é o único que se preocupa  com vocês como eu me preocupo e é o único que, de fato, se interessa pelo bem- estar de vocês.” -  Filipenses 2:20 (NTLH)

Já não é de hoje que as pessoas buscam freneticamente aquilo que interessa a elas e o ensino que temos na caminhada com Cristo é buscar os interesses Dele, pois é isso que Paulo ensina ao pessoal de Filipos: “pois todos buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo” (I Tim 2:21). Precisamos ter um cuidado maior pelas pessoas, pois “pessoas precisam de pessoas”.  O convite do Senhor Jesus é para que cuidemos  uns dos outros,com o desejo de ver coisas boas na vida de pessoas que caminham com a gente. Vale ressaltar que a busca em cuidar dos outros pode causar feridas, mas não desista, pois  o cuidado sempre vem acompanhado de cura para a alma. Veja o que escreveu Henri Nouwen: ” Não hesite em amar e amar profundamente. Você pode ter medo do sofrimento que o grande amor pode causar. Quando aqueles a quem ama com intensidade o rejeitam, o abandonam ou morrem, seu coração ficará partido. Mas isso nao deve impedi-lo de amar intensamente. A dor que se origina do amor profundo torna o seu amor ainda mais capaz de produzir frutos”.

Quero fazer uma sugestão para você: Se no seu dia-a-dia, surge em seus pensamentos pessoas, quem sabe não seja o Espirito Santo sensiblizando-o(a)  para uma necessidade que essa pessoa tenha. Tome uma atitude, telefone, visite ou ore intensamente por ela.

Se posicione para cuidar daqueles que o bondoso Deus coloca em seu caminho.

 

-Há alturas em que determinada pessoa não sai do nosso pensamento. Talvez o Espírito de Deus esteja a sensibilizar-nos para uma necessidade que essa pessoa tenha. Vamos, então, telefonar ou visitar, mas acima de tudo orar muito por ela;

By Luciano Manga - 05/01/2011 8:30 Nenhum comentário


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