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DevocioNOW: O fruto do Espírito É temperança !

“Mas o fruto do Espírito é: …TEMPERANÇA… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

O termo grego para “temperança” é “egkratéia”, que quer dizer “autocontrole”,”domínio próprio”. Se consultarmos um dicionário encontraremos a definição como “uma virtude que nos induz a refrear a sensualidade e a usar todas as coisas com moderação. Significa também “sobriedade e continência”, aliás, é a palavra emprega em I Coríntios 7:9 com relação ao controle do impulso sexual. Trata-se de uma qualidade do Espírito Santo que TODO cristão precisa cultivar e obter. (I Coríntios 9:25 – II Pedro 1:6), pois, além do controle do impulso sexual, refere-se a toda a forma de autocontrole e autodisciplina que um atleta precisa exercer para ser bem sucedido em suas tentativas de obter a coroa da vitória. Talvez Paulo se utilize dessa palavra, neste contexto, dando a entender aquele autocontrole que obtém o domínio sobre os vícios alistados nos versículos 19 a 21 do capítulo 5 de Gálatas, a saber: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”.

Talvez alguém questione: É possível alterar ou mudar ou transformar o temperamento ?

Sim, é possível. Não por nós mesmos, mas nos submetendo ao Espírito Santo. Temperamento, Temperamento, antes de tudo é o conjunto de características das peculiaridades mentais e emocionais, tais quais se manifestam em nossas reações.

A conversão a Cristo, o novo nascimento e a plenitude do Espírito mudam as proporções. Ele mistura a nossa velha natureza com a nova, transformando as coisas que nos fazem o que somos, nosso temperamento.

Paulo podia dizer: “Para mim, o viver é Cristo”. O seu ser tornou-se o leito que permitia o fluxo do rio do Espírito de Cristo. Quanto mais ele pensava, orava, estudava e vivia a Cristo, tanto mais seu temperamento mudava, passando da dureza para a esperança, da critica para a alegria, do legalismo para a liberdade. Mas ele não seguiu a Cristo a fim de conseguir um novo temperamento; essa foi à recompensa das atenções que ele dedicava ao Cristo que nele habitava.

Para que o cristão seja vitorioso e obtenha a coroa , na luta contra o mal, ele precisa de uma completa autodisciplina e de total autocontrole. Mas isso só pode ocorrer com a ajuda do Espírito Santo.

“Maior é aquele que se domina do que aquele que conquista uma cidade” – Provérbios 16:32.

Por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 10/09/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito É mansidão !

“Mas o fruto do Espírito é: …MANSIDÃO… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

Mansidão é a tradução do vocábulo grego “prautes” significando “placidez”, “modéstia”,”gentileza”,”cortesia”, com traduções possíveis. Era usada para descrever pessoas que eram benignas e dóceis na conduta, por exemplo, Moisés.

Essa é a qualidade exaltada na terceira bem-aventurança e opõe-se ao orgulho, à belicosidade, à constante agressão do eu próprio. Em vez de satisfazer-se do seu orgulho pessoal, o homem mando crucifica-o, portanto, é uma qualidade de caráter daqueles que haverão de herdar a vida eterna. (Mateus 5:5). No texto de Mateus 11:29 vemos que Cristo se refere a si mesmo como aquele para quem os homens devem achegar-se e em quem devem confiar, para que Ele lhes alivie as cargas, por ser Ele manso e humilde de coração. Na passagem de Filipenses 2:1-11, essa qualidade está associada à “mente de Cristo”, consistindo em um espírito de mansidão e gentileza no trato para com o próximo.

Naturalmente essa qualidade não envolve autodepreciação. conforme é o hábito de certos indivíduos que pretendem imitar essa qualidade.

Trata-se de uma genuína falta de maldade e aspereza, de mistura com as qualidades da paciência e da gentileza.

Trata-se de uma submissão do espírito humano para com Deus, e, em seguida para com o homem. “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” – Filipenses 2:3.

A mansidão é resultado da verdadeira humildade, por causa do reconhecimento do valor alheio, com a recusa de nos considerarmos superiores.

Deus é a fonte dessa graça, e Cristo Jesus é o exemplo supremo da mesma; o que Ele demonstrou em todo o seu modo de tratar os homens. “Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz”. Filipenses 2:4-8.

“E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor” – 2 Timóteo 2:24.

“Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” – 1 Pedro 3:24.

O que você pensa sobre Moisés como pessoa ?

Interessante o que a Bíblia descreve sobre ele em Números 12:3 “Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra”.

A pessoa mansa é uma pessoa controlada por Deus. É alguém que pode obedecer as rédeas da direção divina, e está livre dentro do mandamento do Senhor.

Por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 08/09/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito É fé


“Mas o fruto do Espírito é: …FÉ… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

Quando se fala em fé, logo nos lembramos de Hebreus 11 que define a fé de maneira fantástica: “ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”. (Hebreus 11:1), ou seja, somos rápidos em trazer a memória o conceito bíblico da fé, todavia, invariavelmente nos esquecemos que a fé – TAMBÉM – faz parte do fruto do Espírito Santo. Aleluia !

As versões bíblicas atualizadas usam o termo “fidelidade”, entretanto, na edição Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original, o termo empregado é FÉ.

No grego a palavra fé é “pistis”, aparecendo cerca de 248 vezes nas páginas do Novo Testamento. Os seus variados conceitos tais como: confiança – segurança e crença – aludem a um objetivo primordial, que é a certeza e a confiança dos justos em Deus.

Diz a Palavra que o “justo viverá por fé e também de fé em fé e não pelo que vê, pois, podemos facilmente ser enganados pelo campo puramente visual, todavia, uma vez que a fé é posta em ação produzirá resultados surpreendentes naquele que a possui.

A fé consiste em confiança de alma em Jesus Cristo – o Autor e Consumador de nossa fé: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus” – (Hebreus 12:2), resultante de uma experiência pessoal com Ele. A alma passa reconhecer a veracidade das realidades espirituais, por ter visto e experimentado tais coisas; e reconhece-as intuitivamente.

A fé, de parceria com o arrependimento, produz a conversão – e é salutar nos lembramos que a cada dia de certa maneira estamos nos convertendo. Também a fé é o princípio orientador e normativo da vida, e não meramente uma fonte originária. Por igual modo, a fé não é uma nova obra ou algum novo mérito. Pelo contrário, é a entrega da alma às mãos do Todo-poderoso Senhor Jesus Cristo, alicerçada sobre o conhecimento espiritual.

Isso permite nos ver quão distante é isso do simples conceito de crença em algum credo ou alguma filosofia de vida, conforme a fé tem reduzida em tantas denominações denominadas evangélicas nos dias atuais. Posto que a fé, paralelamente ao arrependimento, perfaz a conversão, a fé é, realmente o passo inicial da conversão, portanto, não há conversão sem ela e não há manutenção de conversão igualmente sem ela, mas isso só pode ocorrer mediante operação do Espírito Santo.

Alguém pode crer em um Jesus histórico, ou mesmo em certos fatos acerca de Jesus Cristo, mas isso é tão-somente resultante da fé e não a sua substância. A entrega da alma às mãos de Jesus Cristo, como Senhor – com a finalidade de ser transformada segundo a Sua imagem, nisso é que consiste a verdadeira fé.

Fé é um “princípio” que permeia a vida espiritual inteira, sendo seu iniciador, seu guia, seu aperfeiçoador. É por isso que a Escritura diz: “O justo viverá da fé”. Importante notar que o justo viverá DÁ fé, e não “na” ou “de” fé.

A fé é vitalizada pelo amor, pois, do contrário, não será a verdadeira fé sob hipótese alguma. A fé é criada, fortalecida e confirmada pela comunhão com Cristo, através do Espírito Santo, portanto, será sempre um contato divino com o homem.

É fundamental que a pessoa viva em comunhão com o Espírito Santo para que possa de fato conhecer a fé.

“A fé não é simples crença. A crença é passiva, A fé é ativa. É uma visão que inevitavelmente passa à ação” (Edith Hamilton).

Por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 06/09/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito “É” bondade !

“Mas o fruto do Espírito é: …BONDADE… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

bondadeO que é intrinsecamente bom mescla-se com o conceito do bem maior ou “summum bonum” (do latim – “supremo bem”) – uma expressão empregada para referir-se a Deus, ou ao bem mais elevado possível.

Apesar de se ouvir muitos questionamentos por parte dos incautos sobre a bondade de Deus – Ele É amor, e, portanto, é o ser supremamente bom, bem como a origem de toda bondade (I João 4:6). Através do amor, as boas obras visam o benefício do próximo, portanto, quando Deus AMOU O MUNDO de tal maneira (João 3:16), Ele fez a missão de Seu Filho revestir-se de máximo proveito. O bem mais alto é uma qualidade transcendental, relacionado ao ser divino. (Salmos 34:3 – 149:9).

É bom lembrar que “bondade” no original significa “retidão”,”prosperidade”,”gentileza” – todos relacionados com o termo grego “agathosune”. O uso que Paulo faz desse termo, nos trechos de Romanos 15:14 e II Tessalonicenses 1:11, mostra-nos que o sentido geral dado à palavra é “bondade”, isto é, aquela qualidade de generosidade e de ação gentil para com outras pessoas, tudo se originando, naturalmente, de um caráter intimamente bondoso.

Os homens tornam-se bons quando a bondade divina passa a ser cultivada neles, pelo Espírito Santo, pois a bondade é um dos aspectos do fruto do Espírito. Sendo assim, o homem bom torna-se superior ao homem meramente justo, porquanto, além de ser alguém dotado de ética correta, ele é generoso, demonstrando amor em sua vida. (Romanos 5:7).

A bondade de Deus garante tanto o poder quanto o cumprimento final de Seus planos, por meio dos quais Ele chegará a restaurar todas as coisas. (Efésios 1:10). O primeiro capítulo da epístola de Efésios mostra-nos que essa bondade será reconhecida pela criação inteira, e o oitavo capítulo de Romanos contém a mesma idéia. Também se observarmos a vida terrena de Jesus Ele é exemplo inspirativo de atos de bondade para com o próximo. Ora, para que o cristão se mostre supremamente bondoso, precisa contar com o auxílio divino.

O Ministério Voz do Trono é uma constatação da bondade divina sendo exercitada através de irmãos e irmãs que nos abençoam e são abençoados !

“Uma pessoa é bondosa quando se dispõe a ajudar àqueles que estão em necessidade” (Lutero).

“A bondade é uma forma especial de verdade e de beleza. É a verdade e a beleza no comportamento humano” (Michel de Montaigne).

por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 03/09/2010 17:30 1 comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito “É” benignidade !

“Mas o fruto do Espírito é: …BENIGNIDADE… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

benignidadeA palavra usada no grego para definir “benignidade” é “chrestotes” que pode significar “gentileza” e também “bondade”, e continua, pois igualmente indica “excelência de caráter” e “honestidade”. Como as demais evidências do fruto do Espírito, Deus é a fonte originária, pois Ele É um Deus benigno ao extremo.

Benignidade é a qualidade de benigno. Benigno, por sua vez, segundo o dicionário Michaelis é: “Que se compraz em fazer bem” , “benévolo”, “afetuoso”, “bondoso”, “complacente”.

Jesus Cristo foi quem melhor exemplificou essa qualidade, passando a ser nosso modelo, tal como no caso de todos os aspectos do fruto do Espírito Santo. O cristão que possui essa qualidade é “gracioso” ou seja, o sujeito é agradável, amável, gentil para com seus semelhantes, não se mostrando inflexível e exigente – inconseqüente e intransigente.

É uma “qualidade” em ser doce no temperamento, sobretudo para com os inferiores, predispondo-se a uma atitude afável e cortês, que nos deixa facilmente abordáveis, quando alguém nos magoa.

Os seguidores do evangelho de Cristo não devem ser inflexíveis e amargos, mas antes, gentis, suaves, corteses e de fala mansa, o que deveria encorajar outros a buscarem sua companhia. A gentileza pode disfarçar as faltas alheias e “encobri-las” (no sentido positivo da palavra), conforme relata Provérbios 17:9: “Aquele que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que revolve o assunto separa os maiores amigos”.

A gentileza sempre se mostra alegre ao dar algo a outros. A gentileza pode dar-se bem até mesmo com pessoas ousadas e difíceis, segundo aquele antigo adágio: “Precisas conhecer as maneiras de teus amigos, mas não deves odiá-los”.

Nosso Salvador Jesus Cristo foi uma pessoa imensamente gentil, conforme os evangelhos o retratam. Se não fosse, jamais teria dito: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Mateus 11:28-30.

Segundo Martinho Lutero, acerca de Pedro ficou registrado que ele chorava sempre que se lembrava da suave gentileza de Cristo e, seus contatos diários com as pessoas.

Como será que os outros nos vêem na questão de receptividade – que está ligada diretamente a benignidade ?

“É difícil dizer o quanto as mentes dos homens se deixam conciliar por maneiras gentis e por palavras suaves”. (Cícero).

por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 01/09/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito É longanimidade !

“Mas o fruto do Espírito é: …LONGANIMIDADE… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

impacienciaMais uma afirmativa incontestável do que o fruto do Espírito “É” – Longanimidade !

A longanimidade traduz o ser “longo de ânimo”, pois Deus é “longo de ânimo” para com todos os homens.

Vamos observar os originais da palavra para que possamos ter nossa compreensão mais aprofundada a respeito deste “gomo” do Espírito Santo.

A expressão no hebraico é ” ‘erek ‘appayim”, significando “lento em irar-se”. Literalmente , essa expressão significa “comprido de nariz” ou “comprido de rosto”, e está associada à idéia de irar-se com dificuldade (talvez devido ao fato de que é no rosto que a pessoa mostra suas emoções fortes, pelo que a fisionomia seria indicadora dessas emoções). Ou então, conforme outros têm sugerido, o nariz é um indicador da ira, visto que a pessoa respira forte, e até mesmo resfolega, quando excitada pela ira. Seja como for, a longanimidade é um atributo divino, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, sendo uma expressão do famoso amor de Deus. A longanimidade divina é evidenciada através de textos como: Êxodo 34:6 – Números 14:18 – Salmos 86:15 – Jeremias 15:5.

Já no Novo Testamento temos o vocábulo “makrothumia” que vem de “mákros” = grande e “thumia” = emoção. Ou seja, “longo de mente” – “longo de emoção” – “longo de alma”.

O contrário seria “curto de mente” ou seja “impaciente” – iracundo – rixoso – perturbado – rabugento.

Essa palavra grega aponta para a grande paciência, para a grande tolerância, para a persistência em NÃO se deixar arrebatar pelas emoções fortes.

A longanimidade – que é uma qualidade atribuída a Deus – significa que Ele tolera pacientemente todas as iniqüidades do homem, não se deixando arrebatar por explosões de ira e furor, o que só poderia significar a destruição do homem. Nisso se manifesta o amor de Deus, como também Sua bondade e gentileza. Os homens praticam males, todavia, Deus se mostra longanimo ante de tais males, aplicando Sua misericórdia até que haja arrependimento.

Quando praticamos a impaciência seguramente nos sobrevém pesar no coração, exatamente porque estamos de certa forma negando a pessoa de Cristo habitando em nós.

Portanto, do cristão se espera a mesma longanimidade em suas relações para com outros homens, do mesmo modo como Deus tem agido conosco. Ser longanimo é reconhecer que Deus o é – em nós e por nós ! Em não havendo longanimidade evidencia-se que o fruto do Espírito – pelo menos neste aspecto – ainda não está presente. Por outro lado é importante observar que para nos sairmos aprovados como longanimos seremos fatalmente confrontados em muitas ocasiões; aliás, está aí o trânsito (para quem dirige) para comprovar o que digo.

Todavia, não devemos nos esquecer de que o fruto do Espírito – “É” – longanimidade ! Aleluia !

*Importante a leitura de Lucas 6:20-46.

“A longanimidade é a paciência que nos permite subjugar a ira e o senso de contenda, tolerando as injúrias”.
Matthew Henry

por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 30/08/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O gozo pelo Espírito Santo !

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

alegriaO segundo “gomo” deste fruto (do Espírito) é denominado “gozo”, e falaremos dele, todavia, não sem antes falar do por que ser “fruto” e não “frutos” do Espírito.

Buscando resposta na Palavra encontramos em 1 Coríntios 12:11 que diz: “Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer”. Vamos atentar para os termos “mas UM só” e “o mesmo Espírito” opera TODAS estas coisas; que no texto em questão trata-se da manifestação dos DONS. Ainda encontramos em Efésios 4:4 “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação”. Novamente os termos que nos chama atenção é “Há UM só corpo e UM só Espírito”. Assim, a manifestação do Espírito na vida do cristão é evidenciada “em” ou “de” várias formas e maneiras, ou seja, no “amor” para com Deus e o próximo; no “gozo” por ter sua filiação celestial e divina; pela “paz” que se torna o árbitro em seu coração; pela “longanimidade” diante das intempéries da vida; pela “benignidade” evidenciada mesmo vivendo num mundo mal que jaz no maligno; pela decisão pessoal de marcar as pessoas com “bondade” mesmo que isto custe o negar-se a si mesmo; pela “fé” não fingida que se torna a certeza do que se espera e a convicção de fatos que ainda não se viu; ser “manso”, ou seja, apaziguador diante dos confrontos diariamente enfrentado e por último, possuir temperança dando sabor a si mesmo e a vida daqueles que nos rodeiam. Amém !

Após o amor segue-se o GOZO; no original grego “chara” ou “charis” traduzido em português por “graça”. É a qualidade de vida que é marcada pela graciosidade e pela bondade, caracterizada pela boa vontade, generosa nas dádivas aos outros, resultante de um senso de bem-estar, sobretudo de bem-estar espiritual, por causa de uma correta e estreita relação com Deus. É o regozijo do Espírito Santo permeando a vida do indivíduo.

O sujeito que se encontra em gozo do Espírito possui uma alegria interior que envolve pensamentos ligados a Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, portanto, sua mente é uma usina que a todo tempo forja novos cânticos, louvores e enlevo espiritual. Ações de graça são manifestos a todo o momento por mínimo que seja os benefícios recebidos do Senhor.

Deus não aprecia a dúvida e o desânimo e isso fica bem claro na Palavra quando Ele instrui que o cristão não deve coxear entre dois pensamentos e igualmente deve cultivar o bom ânimo, mesmo diante das (infalíveis) aflições. É comum o salmista exortar que devemos regozijar sempre no Senhor. Sempre ! O apóstolo Paulo, homem cheio do poder do Espírito vai repetir fielmente tais palavra em Filipenses 4:4.

Portanto, a alegria cristão não é mera emoção artificial que nos faz mostrar os dentes como se estivéssemos alheio a tudo que nos acontece. Antes, é uma ação do Espírito de Deus no espírito humano, para que este venha a conhecer e reconhecer que Deus está no Seu trono e que tudo está sob Seu absoluto controle. Essa alegria ou gozo é a fonte de inspiração para encontrarmos esperança em nosso viver e coragem em nossa caminhada.

É a confiança em Deus e a satisfação de estarmos vivos em Cristo Jesus.

Talvez o problema seja que muitos se esquecem que JÁ estão em Jesus e portanto, deixam de se deliciar com este gozo que só o Senhor pode dar e somente aos filhos.

“Há alegria em servirmos a Jesus,
Caminhando eu em minha jornada,
Alegria que preencha o coração de louvores,
A cada hora do dia”.

“Há alegria em servirmos a Jesus,
Alegria que triunfa sobre a dor;
Enche minha alma de música celeste,
Até que me una ao alegre estribilho.”

“Há alegria em servirmos a Jesus,
Alegria em meio à mais negra noite,
Pois tenho aprendido o grande segredo,
E estou andando em plena luz”

(Oswald J. Smith)

por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 27/08/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito É Amor

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

cruzEsta semana começamos nossos devocionais falando a respeito do Fruto do Espirito. Ele (o fruto) está alistado em Gálatas 5:22. Começa com “amor” faz uma longa, difícil e desafiadora escalada pelo gozo, longanimidade, bondade, fé, mansidão e chega ao topo com a “temperança”.

Hoje quero levantar alguns questionamentos para que os abençoados e abençoadas possam estar meditando a respeito:

1) Não deveria ser ao contrário ? Ou seja, começar com “temperança”, passar por todos os estágios (já mencionados acima) e terminar com o “amor” ?

2) Por que é O fruto do Espírito e não OS frutos do Espírito?

3) Será que é por acaso que o fruto e suas manifestações seguem imediatamente após as obras da carne deixando a nítida e inconfundível diferença entre uma pessoa que se inclina ou para a carne ou para o Espírito ?

4) Por que o PERDÃO não entra na lista ? Aliás, o livro todo de Gálatas sequer menciona diretamente a palavra “perdão”. O perdão não deveria estar alistado ali?

5) As obras da carne “SÃO MANIFESTAS”, enquanto que o fruto do Espírito É !

À medida que vamos tratando com cada uma das facetas do fruto do Espírito, estaremos com a ajuda do Senhor trabalhando estas questões, todavia, nossa oração é que todos possam meditar e tê-las bem resolvida dentro de seus corações.

No grande amor de Cristo !

Adaptado de Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 25/08/2010 17:30 Nenhum comentário

DevocioNOW: O fruto do Espírito Santo “É” PAZ !

“Mas o fruto do Espírito é: …PAZ… Contra estas coisas não há lei” – Gálatas 5:22-23.

Spazerá por acaso que o Senhor se denomina no Velho Testamento Jeová Shalom (O Deus da paz) e no novo Jesus se intitula o Príncipe da paz ?
Creio que tanto na Lei como na graça o homem precisa, procura e corre em busca de paz, pois ela significa “liberdade de espírito” ou seja, “espiritualidade sem os transtornos que o pecado traz”.
Creio que a maior falta de paz que alguém pode ter é quando se torna vencido pelo pecado, pois a Palavra afirma que o vencido se torna escravo do vencedor, assim, quem é vencido por qualquer pecado – mesmo que temporariamente – está sob o mando do seu algoz, neste caso – o pecado.

Agora, quando o homem se encontra em obediência e comunhão com seu Criador, então ele se encontra envolto num estado de calma e tranqüilidade que o coloca livre de agitação e conflito; ele se deleita de um estado de harmonia; um estado de amizade. Penso que foi (também) neste sentido que o Senhor Jesus disse aos discípulos que Ele não os considerava apenas servos, mas AMIGOS. Esse estado de amizade entre a criatura e o Criador equalizando a vida dessa mesma criatura, afinal, o Criador já é a paz por excelência, logo, Ele não precisa de paz. Ele é a paz ! Aleluia !

Sabemos que biblicamente os dias finais são e serão cada vez mais difíceis, todavia, em momento algum vemos o Senhor dizendo em Sua Palavra que a paz deixaria Seus filhos. Pelo contrário, no enche de alegria ao ver a Palavra afirmando que o fruto do Espírito “É” …paz ! Não “foi” – tampouco “será, mas “É”. Aleluia !

Sendo assim, Deus continua completando Seu desígnio em cada um de Seus filhos, transformando-os segundo a Sua imagem. Seu propósito jamais falha, assim como Sua PAZ jamais se extingue.

Mas e quando enfrentamos situações adversas ?

Bem, o fato de enfrentarmos situações adversas não anula a paz de Cristo, assim como o fato de alguém desconhecer a lei da gravidade não a anula. Na verdade, as circunstâncias adversas que necessariamente se apresentam em nosso caminho, não podem no final de tudo, nos derrotar. Podem até nos atravancar temporariamente ou até mesmo nos preocupar por algum tempo, todavia, jamais estarão a altura de arrancar de fato a paz do coração de um servo do Deus altíssimo.

Portanto, as ocorrências devastadoras da natureza, fazem parte do plano divino, embora sejam lamentáveis; mas a sua dureza pode ser suportada, porque o crente tem a certeza de que Deus continua entronizado nos céus, e que, finalmente tudo correrá bem neste mundo.

Até mesmo Jesus – sendo Ele o Príncipe da Paz – experimentou tristezas semelhantes às nossas, e teve que lutar contra os mesmos adversários que temos de combater; no entanto, triunfou, até mesmo nas horas mais negras de sua provação, tendo triunfado completamente, em sua ressurreição para a vida eterna. Assim, a própria paz serve de evidência sobre o desenvolvimento espiritual de nosso homem interior, pois, como experimentaremos paz se não houver a contrapartida ?

Somente em Jesus Cristo poderemos encontrar a Paz que nos harmoniza com Deus e com os homens; uma tranqüilidade que nasce da retidão espiritual, portanto, quem é espiritual ou se propõe a ser, infalivelmente promoverá a paz !
Aleluia !

“O crente mortifica-se porque está em paz com Deus; o legalista o faz para poder apaziguara Deus por meio de sua mortificação… para ter de que se gloriar”.

Ralph Erskine

por Vilson Ferro Martins
originalmente publicado em http://www.vozdotrono.com.br
By Projeto-K - 23/08/2010 17:30 Nenhum comentário


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